Fervor espiritual e racionalidade

7ª Conferência de ED CPAD

viva bons momentos fervor espiritual e racionalidade

Pr.  Elienai Cabral - DF 
INTRODUÇÃO
1. A importância deste Congresso!
2. O compartilhamento de ideias e conceitos que contribuem para uma nova visão no campo da Educação Cristã.
3. A redefinição de objetivos e de recursos pedagógicos para a Escola Dominical. 
4. Detectando os inimigos que bloqueiam a Escola Dominical. 
5. Nada pode ocupar o lugar da Escola Dominical na vida da igreja.
6. O tema proposto e a suposta dicotomia de “fé e razão”.
7. Fervor e racionalidade não são incompatíveis na experiência cristã.
8. A finalidade principal da Escola Dominical é o alcance de todas as faixas etárias no seio da Igreja.
9. A responsabilidade magistral do professor de Escola Dominical é alcançar a alma de seus alunos.
10. A preocupação com o decréscimo do número de alunos na Escola Dominical. 
11. Fervor e intelectualidade podem coexistir perfeitamente na vida cristã.
12. As palavras do apóstolo Pedro favoreceram esse entendimento quando diz: ”antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Pe 3.18).

I – O SIGNIFICADO DOS TERMOS “FERVOR E RACIONALIDADE” NA LINGUAGEM BÍBLICA 
1.O sentido da palavra “fervor”.
2. O fervor espiritual não se restringe às manifestações emocionais.
3. O fervor espiritual pode ser equilibrado pela racionalidade bíblica nas relações entre mente e coração.
4. O ensino de Paulo quanto às manifestações dos dons espirituais (1 Co 14.13-15).
5. O fervor espiritual é elemento especial, necessário e indispensável na ministração da Palavra de Deus.
6. Não basta o conhecimento de cabeça sem o conhecimento que vem do Alto, de Deus (Tg 3.13-18).
7. Paulo declarou na carta aos Romanos 12.1 que o nosso culto a Deus deve ser racional.
8. Racionalidade e fervor espiritual não são incompatíveis na experiência cristã.
9. A racionalidade da fé rejeita o teologismo frio que enrijece a espiritualidade.
10. Paulo ensinou que podemos “orar com o espirito, mas também com o entendimento” (1 Co 14.13-15).
11. A diferença entre a sabedoria terrena e a sabedoria do Alto (Tg 3.17).
12. A relação “intelecto e emoção”pode ser entendida por “coração e mente”.
13. O temor dos pentecostais do inicio do século 20.

III – OS PENSADORES MODERNOS DOS SÉCULOS 19 E 20 
1. Os pensadores modernos dos séculos 19 e 20 contribuíram para o engessamento da fé cristã.
2. Os nomes mais proeminentes desses pensadores foram Shleirmacher, Hegel, Kant, Harnack, Carl Barth e alguns mais.
3. Ceticismo em relação aos milagres e a negação das doutrinas mais vitais do Cristianismo.
4. Nesse tempo Deus levantou alguns homens especiais como Jonathan Edwards, Charles Finney, D.L. Moddy, R.A.Torrey, Simpson e outros libertar a igreja do engessamento espiritual.
5. A oposição ao intelectualismo moderno como uma ameaça ao fervor espiritual.
6. Os adeptos da ideia da “Biblia e nada mais” rejeitavam qualquer outro tipo de livro auxiliar no conhecimento da Bíblia.

IV – A ESPIRITUALIDADE DE TODOS NÓS 
1. Na antropologia bíblica, a espiritualidade é algo intrínseco à natureza moral e espiritual do homem.
2. A tricotomia do homem envolve a sua espiritualidade (1 Ts 5.23; Hb 4.12).
3. O texto de Gênesis 2.7 é o que melhor esclarece e identifica a racionalidade e a espiritualidade do homem.
4. Como seres morais somos criaturas com intelecto e emoções.

V - A NOSSA RACIONALIDADE EM HARMONIA COM A NOSSA EMOÇÃO
1. O mundo secular endeusa a razão. 
2. A supervalorização da espiritualidade em detrimento da racionalidade produz alguns equívocos.
3. O abandono dos cristãos às igrejas formais e frias dos séculos 17, 18 e 19.
4. O enrijecimento da vida devocional provocado por um intelectualismo que destrona Deus. 
5. O “Movimento Holiness”, isto é, “movimento de santidade no século 19.
6. Razão e emoção são as gêmeas siamesas da alma humana.
7. A citação de John Stott do pensamento do teólogo Faber que disse: “Teologia profunda é a melhor lenha para a devoção, pega fogo, que é uma beleza e, uma vez acesa, queima por muito tempo”.
8. Os argumentos dos cessassionistas que rejeitam a atualidade das manifestações espirituais através dos dons espirituais.

VI – O EQUILIBRIO ENTRE A MENTE E O CORAÇÃO NA EDUCAÇAO CRISTà
1. O trabalho do Espírito Santo no processo pedagógico da Escola Dominical.
2. A experiência dos dois discípulos de Emaús foi uma combinação de intelecto e emoção. 

CONCLUSÃO 
Se amamos o Senhor com todo o nosso entendimento, e de todo o nosso coração, sem dúvida, teremos unido “mente e coração”e, demonstrado nossa maturidade espiritual.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
GANDEL, Kenneth O. & HENDRICKS, Howard G. Manual de Ensino para o Educador Cristão. 4 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
LEBAR, Lois E. Educação que é Cristã.  1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.
NÃNEZ, Rick. Pentecostal de Coração e Mente. 2. ed. 2. São Paulo: Editora Vida.
STOTT, John R.W. Cristianismo Equilibrado. 3 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1995.

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